Continuação da Transportia
"Num primeiro momento fiquei um pouco chocado com a forma que a Transportia trabalha", diz Mario Castro, presidente da subsidiária brasileira da francesa Lafarge, maior fabricante de cimento do mundo. Hoje, a Lafarge é uma das empresas que usam os serviços da Transportia, ao lado de outros grandes clientes, como Arcelor, Parmalat, Nestlé, Unilever e Ambev.
A falta de confiança não foi o único buraco na estrada que a Transportia teve de enfrentar. Nos dois primeiros anos, a proposta da empresa era vender serviços complementares para pequenas transportadoras, que volta e meia precisam contratar caminhoneiros autônomos para dar conta do serviço em momentos de pico.
Os responsáveis por essas empresas menores, no entanto, não viam benefício nenhum em ter um intermediário entre eles e os autônomos, uma relação que eles até certo ponto já conheciam bem. "Não deu certo", diz Sérgio Godoy, executivo do Eccelera que participa do dia-a-dia dos negócios desde o início da empreitada.
"Nos piores momentos, o negócio consumia 100 000 dólares por mês e não trazia retorno." A virada de rumo só começou em 2002, quando a Transportia voltou-se para grandes clientes industriais."Atender os grandes clientes abriu caminho para que a empresa começasse a crescer", diz Marco Antônio Neves, consultor especializado em logística da Tigerlog.
Uma História Incrível!
"Acreditar e nunca desistir"
Por: Vanessa Soares
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